sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

UERJ Recebe A Viagem do Diálogo e Descoberta

“Viagem de Diálogo e Descoberta”. Diante dos enormes desafios ambientais econômicos e sociais como podemos começar a abordar as divisões que se colocam no caminho de respostas efetivas?
Os Mestres de Cerimônia  - 
Ernesto Veras (Tradutor) e Joelina Cândida Alves (Jornalista) 
(1) – Representando a Sociedade Beneficente Mulçumana do Rio de Janeiro, Sr Sami Armed Isbelle; (2) – Representando o CEAP – Centro de Articulação de Populações Marginalizadas,Sr. Ivanir dos Santos; (3) – Representando o Departamento de História da UERJ, o Prof. Edgard Leite; (4) – Representando o Departamento de Ciências Políticas da UERJ, Prof. Antonio Carlos Peixoto. 
(8) – Representando Iniciativas de Mudanças na América Latina, Sr. Luis Rafael Puig Soler; (9) – Representando Iniciativas de Mudança Brasil, Sra. Aracy de Oliveira Teixeira Lyra; (10) – Representando Iniciativas de Mudança Brasil, Sra. Evelyn Puig. 
Coral da Câmara Municipal do Rio de Janeiro – Nascido em junho de 2005. Sob a regência da Maestrina Cássia Borja, que também é funcionária da casa, o coral desde sua criação já fez apresentações em diversos eventos, e simboliza uma realização de todos que vêem na música uma forma de elevar o espírito.  
(5) – Representando a Embaixada da Índia no Brasil o Sr.  Sachedeva.  (6) - RAJMOHAN GANDHI. (7) – Presidente de Iniciativas de Mudanças Brasil, Sr. Wanderley de Assis. 
O Presidente Internacional de Iniciativas de Mudança,
Profº Rajmohan Gandhi.
Maestrina Cássia Borja

O coral tem entre seus primeiros integrantes Carlos Lino, Claudete Pisani, Cristina Gimenez, Gladys, Marilene, Paulinho, Regina e Vitória. Funcionários que incentivaram a participação de outros tantos componentes que a partir de então, foram tocados pela magia da música.  
Convidados dos governos Federal, Estadual e Municipal, juntamente com representantes de ONGS, da iniciativa privada, estudantes, autoridades civis e militares lotaram o salão da Capela Ecumênica da UERJ para ouvirem a palestra de Rajmohan Gandhi.
Alline Serpa, Segunda Vice Presidente, fez explanação através de Power Point, do que é o trabalho de IdeM no Brasil. 
O Sr. Wanderley Assis, presidente de IdeM Brasil
Dança Indiana - Recebemos com muito carinho a dançarina indiana 
Raga Bhumi. Ela é devota do Movimento Hare Krishna.
Raga Bhumi Há mais de 36 anos trabalha com dança indiana e coreografia. Já dançou com o corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e É representante do Movimento contra a Discriminação Religiosa. 
Raga Bhumi e integrantes do Movimento Hare Krishna saudando Rajmohan Gandhi.
Relações entre a Índia e o Brasil colonial – Quando o Presidente Luís Inácio Lula da Silva pisou recentemente solo da Índia, deu sequência a uma relação política que remonta a cinco séculos de História, pois Pedro Álvares Cabral, ao deixar o Brasil, fizera o mesmo trajeto em 1500.
Depois disso, durante três séculos, Brasil, Índia e Portugal andaram de mãos dadas, num intenso e íntimo relacionamento ecônomico, político e social, que deixou marcas profundas nas três nações.
Rajmohan Gandhi em momento de reflexão
Integrantes da Comitiva de Gadhi e de IdeM Brasil 
Os líderes comunitários Jaime Cândido Alves e sua esposa Lúcia estiveram presentes.
O Sr. Luiz Rafael Puig Soler falou representando Iniciativas de Mudança na América do Sul. 
O espaço da Capela Ecumênica da UERJ foi pequena para comportar tantos visitantes que foram ouvir e abraçar Rajmohan Gandhi
Fabiola Beneventi (México)
Maria Cristina Munhoz (Colômbia)
O Sr. Ivanir dos Santos representando o CEAP – Centro de Articulação de Populações Marginalizadas,presenteou Rajmohan com um livro de sua autoria. 
Sr. Sami Armed Isbelle, representando a Sociedade Beneficente Mulçumana do Rio de Janeiro. 
Rajmohan Gandhi e representantes da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Autoridades de vários seguimentos foram abraçar o neto de Mahatma Gandhi
Rajmohan Gandhi é professor da pesquisa do Centro para o Sul da Ásia e Estudos do Oriente Médio, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, E.U.A, 
Rajmohan Gandhi e o Prof. Edgard Leite, representando o Departamento de História da UERJ.
A palestra de Gandhi motivou estudantes que compareceram à UERJ, o primeiro evento público da “Viagem do Diálogo e da Descoberta”.
A palestra que motivou os estudantes presentes foi o primeiro evento público da “Viagem do Diálogo e da Descoberta”, que teve início na semana passada, em Jacarta. 
A viagem levou o Professor Gandhi, presidente do IdeM, sua esposa Usha e delegação a cidades na Ásia, África, Oriente Médio, Europa e Américas, em suas próprias palavras “com esperança por diálogos abertos e ver o desejo de colaborar”.
A finalidade da palestra: um “Convite para Dialogar” foi mostrar que diante dos enormes desafios ambientais, econômicos e sociais, em que vivemos, em meio a uma atmosfera do mundo competitivo de hoje, nós não temos uma receita pronta como solução, mas estamos abertos a um diálogo honesto e um desejo de colaboração. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Coopataxi Homenageia Rajmohan Gandhi com Placa de Bronze

Coopataxi Há 31 anos servindo a Cidade do Rio de Janeiro (03/02/79). Atua no grupo de IdeM Brasil graças a Américo Martorelli, um dos fundadores.  É reconhecida pelos taxistas do Rio e por seus usuários como uma das melhores cooperativas do Brasil. A honestidade, um dos quatro pilares de Iniciativas de Mudança, é a principal exigência de seus cooperados.
  
O Cooperado da Coopataxi nº 038 Mauro Pereira de Souza e o presidente da cooperativa (E), Sra. Usha e Rajmohan Gandhi (D)
 
Em visita à cooperativa Rajmohan Gandhi proferiu palestra cujo com o tema: “Em Uma Atmosfera de Competição, como podemos Contribuir para um Clima de Cooperação?”. No final do evento os taxistas homenagearam o neto de Gandhi com uma Placa, fixada na entrada e que marcará para sempre a ilustre visita à Coopataxi.
Gandhi agradeceu as homenagens e elogiou os taxistas da Coopataxi, que disse ser reconhecida mundialmente pela honestidade de seus integrantes.

No Brasil, a cidade do Rio de Janeiro, agrega o maior número de táxis do Brasil, com aproximadamente 32 mil táxis, dos quais cerca de quatro mil são táxis de frotas, que são de propriedade de empresas. Na maior parte do Brasil e do mundo, os táxis trabalham através de licenças emitidas pelo Poder Público.

No Brasil não se adota um modelo único de veículo para táxi; então numa mesma cidade haverá carros grandes ou pequenos, de diferentes marcas e modelos atuando no setor.
Algumas cidades adotam uma cor padrão para os veículos de táxi. No Rio de Janeiro, a cor padrão é o amarelo com uma listra azul horizontal. A maioria dos táxis no Brasil hoje é da cor branca.
Recentemente, serviços de moto-táxi tornaram-se comuns no Brasil, porém este serviço ainda não é regulamentado. A Câmara dos Deputados tem várias propostas para a regulamentação do serviço do moto-táxi.
O táxi, propriamente dito, apareceu historicamente quando foram aplicadas taxas à sua utilização através de taxímetros. Contudo, o serviço de transportar pessoas numa grande cidade a qualquer pessoa que o solicite é quase tão antigo como a civilização.
O primeiro serviço desse gênero apareceu com a invenção do riqueró — carro de duas rodas puxado por um só homem. Existia, embora em pouca abundância, nas principais cidades da Antiguidade,  mas era exclusivo das elites, que possuiam escravos para puxar esses carros.
Nas ruas da Roma Antiga, circulavam liteiras transportadas por dois ou quatro escravos que levavam quem quer que os solicitem. Essa pessoa teria de pagar apenas o preço previamente estipulado pelo amo desses escravos.
Apesar de já existirem veículos com rodas, os "táxis" romanos não os utilizavam devido às movimentadas vias de comunicação da metrópole.
O Prof. Rajmohasn Gandhi e ao fundo uma tradutora
Depois da Queda do Imério Romano do Ocidente, os carros e carruagens começaram a desaparecer das grandes metrópoles, tal como a sua população, que foi para o meio rural à procura de subsistência.
Sra. Digna Philliphs
 
Sr. Wanderley Assis, Presidente de IdeM Brasil (D)
Em 1605, apareceram em Londres as primeiras carruagens de aluguer — as hackney. O sucesso foi tanto que, em 1634, o elevado número de carruagens de aluguel fazia com que as principais ruas da metrópole ficassem completamente engarrafadas, o que levou o Parlamento a limitar o número de carruagens a circular.
O Auditório da Coopataxi foi pequeno para receber tantos simpatizantes de Rajmohan Gandhi
Taxistas e profissionais da Coopataxi e de várias outras cooperativas estiveram presentes ao evento.
Empresários, taxistas e  seus familiares foram dar seus abraços em Gandhi e toda a sua comitiva.
Os integrantes da Comitiva de Gandhi
Mas não só em Londres havia problemas de tràfego por causa de carruagens de aluguer; também em Paris, primeiro os corbillards e depois os sociables, fizeram um estrondoso sucesso no século XVII.
Empresários do ramo de taxi convidados
Já nos finais do mesmo século, surgiram na Alemanha os inovadores landau e os landaulet (versão reduzida do Landau). Posteriormente, no século XVIII, foi criado o gig em França, que deu origem ao tilbury em Inglaterra e posteriormente ao cabriolet.
(C) Sr. Serpa Empresário da Cooperativa Ligue Taxi
No século XIX já qualquer grande cidade tinha centenas, ou mesmo milhares de carruagens de aluguel.
Os primeiro táxis motorizados apareceram em 1896 na cidade alemã de Estugarda. No ano seguinte, Freidrich Greiner abriu uma empresa concorrente, na mesma cidade, mas os seus carros estavam equipadas com um sistema inovador de cobrança — o taxímetro.

Jorge Herzog (Camisa azul e branco) Cooperado da Coopataxi

A implantação dos táxis foi generalizada em 1907. Nesse mesmo ano, em Paristodos os carros de aluguel tinham de possuir um taxímetro obrigado por lei.
Sr. Luiz Pereira, Conselheiro de IdeM Brasil (D)
Antes da Primeira Guerra Mundial já todas as grandes cidades europeias e americanas tinham serviço de táxis legais e pintados com esquemas de cores diferentes.
Desde então as alterações foram poucas, apenas nos aparelhos possuídos pelos carros, tais como um rádio, ou ar condicionado.

 
Os serviços de táxi são inegavelmente atividades de interesse público, todavia, apesar de terem seus mercados fechados à entrada, sob o ponto de vista jurídico brasileiro seria mais bem regulado sob os princípios constitucionais da livre iniciativa e livre concorrência, como ocorre com o aluguel de veículo sem motorista (o equivalente mais próximo ao PHV).
Rajmohan Gandhi e Sra. Carmela Martorelli
 Os municípios brasileiros diversificam os serviços de táxi em modalidades, tais como táxi luxo, táxi especial, táxi comum, táxi-lotação, táxi mirim e moto-táxi, quase todos se utilizando de taxímetro.

Sra. Carmela Martorelli (E) e Sra. Usha Gandhi
Nesse vácuo regulatório, municípios brasileiros estão se utilizando da necessidade de legislar sobre os serviços de táxi, que é eminentemente de interesse local.
Enquadrando-os na categoria de serviços de interesse público, contudo nem sempre tendo seus operadores selecionados através de licitação, mas, em alguns casos, autorizando-se a transferência de permissão. Esse mecanismo deve prevalecer pelo menos até a estabelecer diretrizes para a regulação desta modalidade de transporte.
Jornalista Joelina (E), Jorge Herzog, Taxista da Coopataxi (E), Carmela Martorelli (C) e Wanderley Assis, Presidente de IdeM Brasil (D)
O serviço de táxi nas grandes capitais do Brasil e do Mundo ganha a cada dia inovações e melhorias, como outros tipos de prestação de serviço pelo mundo. Os táxis especiais ainda têem um papel diferenciado nestes mercados, mas com as inovações automobilisticas e tambémas com a crescente violência, já surge o táxi blindado. Trata-se de serviços diferenciados, que trazem acesso à internet, motorista bilingue, e uma infinidade de serviços complementares.

 
Na Idade Média, o transporte de pessoas era assegurado por carruagens muito rudimentares de tracção animal, que no Renascimento foram melhoradas tendo sido acrescentados ornamentos, cobertura e até cortinas.